Cronômetro
Conta o tempo no servidor, não no relógio da máquina. Se a conexão cair, o tempo continua correndo e o sistema pede que a pessoa informe quando parou, em vez de descartar duas horas de trabalho real.
A base de todo o resto. O que não é registrado não vira custo, e o que vira custo sem ser conferido não sustenta uma decisão de preço.
Conta o tempo no servidor, não no relógio da máquina. Se a conexão cair, o tempo continua correndo e o sistema pede que a pessoa informe quando parou, em vez de descartar duas horas de trabalho real.
Para quem prefere lançar depois. Avisa antes de enviar quando o lançamento está fora do prazo, e recusa sobreposição de horário do mesmo colaborador.
A hora só vira custo depois de aprovada. A fila de conferência destaca o que tem mais tempo declarado sem observação do sistema, e ninguém confere o próprio lançamento.
O contexto da hora. Deixa de ser “1h15” e passa a ser “1h15 resolvendo a divergência do DAS que o cliente abriu na segunda”, com prazo, origem e responsável.
É o que separa o Phoenix de uma planilha. O custo por hora depende de quantas horas a pessoa tinha para trabalhar, e esse número muda com feriado e com férias.
A carga semanal de cada pessoa, convertida em minutos por dia útil. O sistema mostra o valor derivado ao lado do campo, para um erro de digitação aparecer antes de virar custo-hora.
O calendário do escritório, nacional ou por unidade. Feriado cadastrado sai do cálculo de capacidade daquele mês.
Períodos previstos já descontam capacidade. Sem isso, o custo-hora sai barato justamente para quem se ausentou, e a margem daquele cliente sobe sem motivo.
Capacidade contra horas apontadas, por pessoa e por setor. A própria tela diz que é indicador de capacidade, não de desempenho individual.
Folha, despesas e rateios encontram as horas aprovadas. O resultado é o custo de cada cliente com a composição aberta, não um número fechado.
Salário, encargos, benefícios e outros gastos, com vigência mensal. Correções pedem motivo e ficam na auditoria.
Custo indireto distribuído por horas, receita, número de colaboradores, percentual manual ou igualitário. A soma dos percentuais é conferida enquanto você monta.
Roda o mês inteiro em segundo plano e devolve custo, honorário, resultado e margem por cliente, com mão de obra, rateio e retrabalho separados.
Software e gastos que pertencem a um cliente específico saem do rateio e entram direto no custo dele.
Com o custo na mão, reajuste e desconto deixam de ser percepção. E a proposta vira contrato sem passar por fora do sistema.
Mínimo, recomendado e premium por cliente, com a memória de cálculo aberta: cada fórmula em texto, para a conversa com o cliente ter fundamento.
O “e se” sem gravar nada. Troque horas, complexidade ou margem desejada e veja o preço mudar. Avisa quando o resultado saiu zerado e por quê.
Cada desconto é simulado contra o custo real, com o impacto em reais no mês e no ano. Acima do limite, vai para aprovação, e quem pediu não aprova.
Até dez opções na mesma proposta, uma marcada como recomendada. O aceite grava a prova, abre o contrato, encerra o anterior e move a jornada do cliente numa transação só.
Classifica cada cliente a partir do resultado apurado. Quando a qualidade do dado é baixa, o sistema avisa junto da letra em vez de apresentar a nota como fato.
Do retrato ao plano com responsável e prazo. É a diferença entre saber que a margem caiu e ter alguém encarregado de resolver.
Série histórica com leitura de tendência, e metas por setor, colaborador ou competência. O sistema avisa quando há dados de menos para falar em tendência.
Regras que apontam clientes fora da faixa esperada de horas, custo ou margem. Quando não houve volume para concluir nada, o painel diz isso em vez de ficar vazio.
Toda recomendação nasce de um alerta ou de um insight registrado. Recomendação sem origem é opinião, e o sistema não aceita.
Problema, objetivo, responsável, prazo e o indicador que mede o resultado. O progresso é calculado, e pode ficar negativo quando piorou: a tela não esconde.
O que permite defender um resultado meses depois e dar a cada pessoa exatamente o acesso que a função pede.
Nove perfis prontos e permissões ajustáveis, com alcance por organização, setor ou próprio. Ninguém concede um acesso que não tem.
CPF e CNPJ saem mascarados para quem não tem a permissão, e a busca por documento é desligada junto. Sem isso a máscara seria enfeite.
Quem alterou o quê, quando e de onde. Inclui tentativa de acesso com e-mail que não existe, que não tem usuário a apontar.
Antes de fechar, a tela lista o que impede: cronômetro aberto, hora não conferida, inconsistência. Reabrir exige justificativa e vira registro.
Para quem já tem base montada. O relatório diz linha a linha o que entrou e o que foi recusado, com o motivo.
Um canal dentro do próprio Phoenix, sem abrir chamado em outro lugar nem esperar resposta por e-mail. Aberto ao administrador do escritório.
Conversa privada entre o seu escritório e o time da Phoenix, em tempo real e dentro do sistema. Nenhum outro escritório lê este canal.
Espaço aberto entre os escritórios que usam o Phoenix, para trocar prática e aprendizado com quem enfrenta os mesmos problemas.
A Phoenix abre as pautas do que está em estudo e cada escritório vota. O que entra primeiro no produto leva em conta quem usa.